BEM VINDO AO BLOG DA FENET.

A FENET foi construida para organizar a luta dos estudantes do ensino técnico. Todos os dias os estudantes vem sofrendo cortes na educação, essa é a hora de nos organizarmos!

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sábado, 18 de maio de 2013

Está Chegando o I Encontro Sudeste dos Estudantes de Escolas Técnicas


Em breve estaremos colocando mais informações como data e local.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

FENET participa do ato contra os leilões do Petróleo!



Mais uma vez a FENET se torna uma trincheira de luta da juventude brasileira!

O Governo Brasileiro entre os dias 14 e 15 de maio organizou o maior roubo da história do Brasil. Depois de nos roubarem o pau brasil, o café, o ouro e a prata, agora estão levando nosso petróleo. Segundo a Agência Nacional do Petróleo foram colocados para a 11° Rodada de Leilão, 37 bilhões de barris de petróleo, foi arrecadado com isso R$ 2,8 bilhões, entretando, o barril de petróleo bruto vale no mercado internacional 100 dólares, ou seja, essa quantidade leiloada equivale a no mínimo 3,7 trilhões de dólares (lembrando que é petróleo bruto e não refinado, que custa mais caro). Isso mesmo, o governo brasileiro que assumiu dizendo que não iria privatizar nada, e entregou na mão de empresas internacionais a nossa riqueza, trocou 2,8 bilhões de reais por 3,7 trilhões de dólares. Essa matemática não bate, o nome disso é roubo!
A FENET lutando contra isso honrou o nome dos heróis do movimento estudantil brasileiro que entregaram a sua vida em defesa da soberania nacional e protestaram em frente ao Hotel Royall no Rio de Janeiro contra os leilões do petróleo. Estavam presentes na manifestação diversos partidos políticas e dezenas de entidades do movimento social, a FENET trouxe bancada do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais para esse ato!
Agora estamos convocando cada jovem brasileiro para participar do ato contra os leilões do Pré-Sal em novembro! Não esqueçamos, leilão é privatização!


domingo, 28 de abril de 2013

Carta ao povo brasileiro! O Maior crime da história está prestes a ser cometido!


Carta ao Povo brasileiro

O Governo Brasileiro, através do Ministério de Minas e Energias e da Agência Nacional de Petróleo, anunciou para os dias 14 e 15 de Maio do ano corrente a 11° Rodada de Licitação de Blocos para Exploração e Produção de Petróleo e Gás brasileiro. A chamada de 11° Rodada de Leilão do Petróleo entregará às multinacionais 289 poços de petróleo totalizando 155,8 mil km², distribuídos em 11 bacias sedimentares. Estudos mostram que existem 37 bilhões de barris de petróleo brasileiro nessas áreas, totalizando 3,7 trilhões de dólares (Valor maior do que o PIB brasileiro em 2012). 
Caso o leilão aconteça, essa riqueza que poderia servir para garantir os direitos básicos do povo como acesso à saúde  educação e moradia digna, estará a serviço para o maior enriquecimento de alguns poucos apaziguados que sobrevivem da exploração do povo.
Depois de roubar as nossas riquezas como o Pau-Brasil, a Cana de Açúcar, ouro e prata, querem levar nosso Petróleo à preço de banana. Mais de 60 empresas estrangeiras se inscreveram para participar do leilão, entre elas a Chevron, Shell e Exxonmobil. É sabido que essas empresas nunca respeitaram o meio ambiente, a vontade do povo brasileiro e sua soberania. Muito pelo contrário essas empresas estão diretamente ligadas aos casos de poluição e destruição de nossos biomas, além do mais, são as principais financiadoras das invasões e massacre aos povos do Iraque, Afeganistão e Mali.
A FENET convoca não só os estudantes das escolas técnicas, mas todo o povo brasileiro a lutar por sua soberania, garantir sua riqueza e afirmar que LEILÃO É PRIVATIZAÇÃO! 

Toda a riqueza do petróleo ao povo brasileiro! Em defesa da Petrobrás 100% Pública e estatal!

*Para compreender mais a situação veja o curta:
 http://www.youtube.com/watch?v=dWzIRUZ-ymg

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Com as Instituições Federais mal estruturadas e sem professores, mais da metade dos estudantes não se formam!


Após os relatórios do Tribunal de Contas da União -TCU- serem apresentados (auditoria realizada entre agosto de 2011 e abril de 2012), podemos avaliar a péssima situação em que os as Escolas Técnicas brasileiras se encontram.  Para se ter uma ideia do problema, de cada 100 estudantes que ingressam em algum curso do Instituto Federal do Paraná (IFPR), apenas 53 concluem. O dado é uma média do índice de eficiência acadêmica dos 108 cursos (técnicos, superiores e de pós-graduação presenciais e a distância) oferecidos nos 14 campus do instituto. Em algumas unidades, a situação é ainda pior. Em Londrina, por exemplo, a taxa é de apenas 11,5% de estudantes formados e, em Irati, 9,7%. O campus de Campo Largo tem a pior taxa de sucesso do estado: apenas 6,7% dos estudantes concluem o curso. 

O diagnóstico do TCU apontou problemas infraestruturais, déficit de professores e técnicos, evasão e baixos índices de conclusão. Segundo o relatório, as taxas nacionais de conclusão são de 47% para o médio integrado, 25% para a Licenciatura, 27% para o Bacharelado e 43% para os cursos de tecnólogo. A auditoria mostrou a carência de 7.966 professores (quase 20% dos cargos) e 5.702 técnicos (25% do total) nas Instituições Federais de nível técnico. (Ver nota da FENET sobre a falta de professores: http://migre.me/ebgAC)
O problema é cada vez mais grave dentro da escola técnica brasileira,  como a maior escola Politécnica de Saúde do Brasil (Escola Politécnica Joaquim Veâncio - Fio Cruz) fica ao lado do maior vala de esgoto da cidade carioca? Como os estudantes do Maranhão podem estudar ao lado de um lixão? Como é possível um estudante da área técnológica se formar tendo aula prática com máquinas que foram usadas antes da segunda guerra mundial?  
É preciso imediatamente que o governo tome uma posição clara quanto a esses problemas. A FENET vem exigir soluções para cada um desses imbróglios e apontar que a única saída para a falta de professor é fazendo concurso público e a unica solução para a falta de dinheiro é o massivo investimento de dinheiro público na educação pública! 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Governo cria programa de Bolsa Permanência e exclui os estudantes do Técnico/Médio!

Direção Executiva da FENET
No último dia 04 de abril a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), a Secretaria de Educação Superior (Sesu)  e o Ministério da Educação (MEC), encaminharam à todos os Reitores (as) das Universidades e dos Institutos Federais/CEFET, um Ofício Circular (N° 009/2013) cujo o assunto é: Programa de Bolsa Permanência.
Na Circular que vem assinada pelo então Secretário de Educação Profissional e Tecnológica e pela Secretária de Educação Superior substituta, o auxílio Bolsa Permanência passa a atender exclusivamente os estudantes da Graduação, deixando de lado os estudantes do técnico. É importante lembrar que a rubrica de assistência estudantil era colocada como rubrica de "Ajuda ao Educando" e com isso, se atendia todos os estudantes da Instituição, porém, com esse parecer, o MEC aponta que o recurso serve apenas para aos estudantes universitários.

Coordenadores da FENET em audiência Pública
denunciando a falta de verba para assistência estudantil
A FENET saúda o MEC pela expansão da rede dos Institutos Federais, entratando avaliamos que o Ministério trabalha anacrônicamente. Nos últimos anos se criou institutos, criou a obrigatoriedade de 50% de vagas aos estudantes do médio-técnico nas Instituições, difundiu e interiorizou o ensino técnico no Brasil, criou a lei de cotas, depois de todos essas medidas que avaliamos como positivas, ele exclui os estudantes do técnico do programa de Assistência Estudantil. Como ficarão esses estudantes? Essa posição do MEC é muito atrasada e não coerente já que amplia o número de estudantes carentes nas instituições mas corta o auxílio Permanência. Como atender essa leva de estudantes de baixa renda que ingressarão nos Institutos? Será que a democratização da educação se dá dessa forma? Não se pode esquecer que é necessário discutir o Acesso e a Permanência do estudante na Instituição.

Jornada de Luta da FENET no Pará por mais investimento
em Assistência Estudantil
A FENET não é contra o investimento de recurso para a assistência dos estudantes universitários, mas não se pode trabalhar com a perspectiva de ajudar um e não beneficiar também o outro.
Só há uma forma de atender todos os estudantes das redes! É necessário que o Governo amplie brutalmente o seu investimento em Educação Pública e na assistência ao educando. Fica cada vez mais incoerente a política do Governo Federal de entregar à iniciativa privada, através do Sistema S, uma quantia brutal de recurso público (só no último ano foram R$ 16 Bilhões para os cofres dos empresários). É incoerente se entregar quase 50% do PIB ao pagamento da dívida pública e esses problemas de falta de verba se tornarem rotina no dia a dia da educação brasileira. 
A FENET se coloca contra essa política do MEC e vem construir uma grande mobilização em defesa da educação publica, da assistência estudantil, do direito da juventude, dos trabalhadores, onde prevaleça a soberania nacional.








quarta-feira, 17 de abril de 2013

FENET realiza reunião da Regional Nordeste 1


Nos dias 2 e 3 de Março, a FENET realizou a primeira reunião de grêmios da regional Nordeste 1, que é composta pelos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas. A reunião discutiu a qualidade e os problemas das escolas técnicas nas regiões e apontou soluções. O tema de abertura da reunião foi: “A privatização e concessão dos serviços públicos”, a mesa foi composta respectivamente pela coordenadora geral e o Secretário Geral da FENET, Ana Carolina Sarmento e Israel Santana, também esteve presente o Coordenador Geral do Sinasefe-BA, Georges Rocha.
Os representantes dos Grêmios tiveram a oportunidade de debater e deixaram claro em suas falas que eram contra as concessões e privatizações no serviço público. Essas medidas, segundo eles, favorecem uma pequena parcela rica do país, precariza os serviços e faz com que o governo deixe de administrar grandes fontes de renda. Também as falas foram consonantes sobre a necessidade do fim do pagamento dos juros e amortização da dívida pública do Brasil, onde são destinados quase 50% do PIB.
Também foi discutido o histórico do ensino técnico no país e chegou-se a conclusão que os estudantes do ensino técnico, ao lado de sua entidade estudantil, a FENET, precisam continuar lutando e trazendo mais e mais pessoas para essa luta, por uma educação técnica de melhor qualidade.

domingo, 14 de abril de 2013

Maioridade penal aos seis anos. Afinal, nessa idade, eles já se vestem sozinhos.

De: Raphael Almeida, RJ

Redução da maioridade penal não resolve o problema da violência! Nem os problemas da juventude!

Dados auxiliares: rebeliao.org

Cada ano que passa, cresce o índice de violência em todos os municípios e estados no Brasil e não há dado governamental que esconda essa realidade. É cada vez maior as páginas policiais nos jornais e telejornais. Segundo a Faculdade Latino Americana de Ciencias Sociais, o Brasil é o quarto país do mundo onde mais se assassina jovens entre 15 e 19 anos. São 44,2 vítimas para cada 100 mil habitantes. A maior parte desses crimes são feitos pelas forças de repressão do Estado, seja a tropa de choque, a PM, etc. 

O Brasil tem 2,4 milhões de jovens analfabetos, o relatório feito pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontou que 67,5% dos jovens entre 15 e 24 anos estão desempregados e anualmente 5,5 milhões de jovens ficam sem ingressar no ensino superior por falta de vaga. Detendo todos estes números é preciso se perguntar se a PEC pela redução da idade penal que tramita hoje na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania    irá resolver todos esses problemas que a juventude sofre. 

Antes de se montar novas casas de detenção para jovens, deve-se aumentar o investimento na educação pública, saúde, moradia e etc. O Estado não pode tratar toda uma juventude à margem da sociedade e depois cobrar um comportamento exemplar enquanto cidadão. 
Com essa aprovação os jovens a partir de 16 anos passariam a ser julgados como adultos e a responder por seus atos frente a justiça, “livrando” assim a sociedade de mais uma ameaça. Mas por que esses crimes são cometidos? Diminuindo a maioridade penal teremos um país com menos violência e impunidade?
Segundo o site da União da Juventude Rebelião (Organização política de Juventude), a política de redução da idade penal não resolverá os problemas que a juventude passa.
“Vejamos: de acordo com a pesquisa “O Brasil Atrás das Grades”, a população carcerária do país é de aproximadamente 514 mil pessoas, a quarta maior do mundo, e desses 56,3% tem de 18 a 29 anos. Ou seja, a maior parte dos presos no Brasil é formada por jovens. Fazendo uma análise mais pormenorizada na pesquisa, pode-se constatar que a maioria dos crimes está relacionada a crimes contra o patrimônio, com 57% dos presos condenados por furto e roubo. A expressão popular que diz que nos presídios temos apenas “ladrões de galinha”, não está tão longe assim da verdade como parece.
O fato é que a população carcerária do Brasil é a que mais cresce no mundo. Nos últimos 20 anos, atingiu um percentual de 350% de aumento no número de presos. Seguindo esse ritmo de crescimento, em mais 40 anos, a população carcerária no país atingiria a espantosa marca de 10 milhões de presos.
A grande verdade que os meios de comunicação querem esconder é que a violência é causada pela gritante exclusão social que vivemos, e reduzir a maioridade penal apenas colocará mais e mais jovens dentro dos presídios, os mesmo que enfrentam péssimas condições a ponto do Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo declarar que “se fosse para cumprir muitos anos de prisão em alguns de nossos presídios, eu preferiria morrer”.”

É comum vermos/ouvirmos aberrações como: "com 16 anos o jovem bebe, tem relação sexual, sai a noite, então já pode ser preso." Como se fosse possível comparar as duas situações e o que as causam. 
O fato é que hoje o menor infrator entra no presídio como assaltante de galinha e sai com doutorado em refino de cocaína. É preciso que se enfrente a causa do problema. Por que ao invés de se construir enormes presídios que não cumprem o seu papel social (que é de "reeducar" a pessoa para que ela possa viver em sociedade) não se aumenta o número de escolas e hospitais públicos dignos? É preciso ofertar emprego aos  jovens desempregados. Quando essa ordem for colocada em prática, vamos perceber que os presídios entrarão nos livros de histórias e servirão para contar um passado muito triste, onde eram condenados ao cárcere aqueles que não eram causa da violência e sim consequência de um modelo de sociedade. 

Raphael Almeida é Coordenador Geral da FENET

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vamos barrar os leilões do Petróleo! Que se invista os 3,7 trilhões de dólares nas áreas sociais!


Nos dias 14 e 15 de maio ocorrerá a 11ª rodada de leilão do nosso petróleo. Em mais um ataque a nossa soberania nacional, o governo federal através da Agencia Nacional de Petróleo (ANP) entregará uma grande quantidade de recursos naturais do povo para mãos privadas. Dessa vez serão leiloados 289 poços de petróleo em todo o país, sendo 166 no mar e 123 em terra e uma previsão de 37 bilhões de barris de petróleo.
Colocando como média o preço de U$100,00 por barril, o nosso governo vai entregar de mão beijada U$3,7 trilhões de dólares para as grandes multinacionais. Esse valor é maior que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, que em 2012 alcançou U$2,3 trilhões.
Prestes a acontecer esse crime de Lesa à Pátria os jornais apenas noticiam os royalties. Há tempos que o governo brasileiro tem discutido sobre a divisão dos royalties, proposta essa que os governos estaduais que recebem o royalties tem rechaçado. No Rio de Janeiro, por exemplo, a resposta que o governo tem dado é a campanha “contra a injustiça”, campanha essa feita em defesa dos royalties apenas para os estados produtores. 
Segundo Emanuel Cancela: “os royalties são como “boi de piranha”, mas enquanto se disctem os royalties que representam 10% da riqueza da indústria do petróleo, as multinacionais levam os demais 90%.
Os royalties representam apenas 10% de toda a riqueza que o petróleo pode gerar e 10% é muito pouco diante o descaso histórico que vivem a educação, a juventude e o povo. Além disso, precisamos entender que o petróleo deve ser uma riqueza de soberania nacional, ou seja, deve servir a todos os estados, com garantia do orçamento dos estados produtores, por isso a FENET defende o projeto de lei que estabelece o monopólio estatal do petróleo e a Petrobrás 100% pública e estatal! O debate da divisão dos royalties não deve ser a principal discussão que se faz em torno do petróleo, é necessário discutir para quem vai essa nossa riqueza natural, quem se apropria do bem do povo e a quem ela está servindo.

A FENET participa ativamente da campanha “O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO!”, participa de debates, manifestações de rua e até mesmo na porta de refinarias lutando junto dos trabalhadores em defesa da soberania nacional, do pleno controle da população sobre os investimentos e contra os criminosos leilões de petróleo organizados pela ANP. Fazendo jus à memória de luta de tantos estudantes, tantos lutadores do povo que empunharam essa bandeira em nome de uma sociedade mais justa e com a luta “O PETRÓLEO É NOSSO” fundaram a Petrobrás.
Os estudantes de todo o Brasil devem entender a importância que tem a defesa desse recurso natural para assegurar mais investimento nas áreas sociais como educação, saúde, moradia. Para cada vez mais se colocarem de maneira consciente a frente dessa importante batalha, fazendo valer a voz e a vontade do povo.
Não vamos entregar nossa riqueza! Todo petróleo brasileiro para o povo brasileiro!

ABAIXO OS LEILÕES ORGANIZADOS PELA ANP!
PELO MONOPÓLIO PÚBLICO E ESTATAL DA PETROBRÁS!
Vamos barrar a 11° Rodada dos leilões do Petróleo!


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Lutar não é crime! Em defesa das entidades estudantis no Equador!


Direção Executiva da FENET

No dia 22 de fevereiro, 88 estudantes do Colégio Central Técnico no Equador, foram detidos durante uma manifestação onde se exigia a troca do nome da Instituição. Os menores de idade foram encaminhados para o Centro de Menores Infratores e soltos no dia seguinte. Os maiores de idade foram levados à Quinto, onde estão no Centro de Detenção acusados de rebelião contra o Estado. 
Testemunhas afirmam que o aparato policial utilizado pelo governo Correa (Presidente do Equador) foi desproporcional ao ato que os estudantes faziam no momento, cem policiais das tropas de choque,  lançaram um ataque com gás lacrimogêneo e balas de borracha. Utilizou-se também para a repressão um helicóptero.

No documento construído pela FESE - Federação dos Estudantes Secundaristas do Equador - a presidente da entidade, a estudante Lady Morales afirma: "Nos últimos anos, o Equador tem visto vários casos semelhantes, em que o Estado acusa de sabotador ou de terrorista uma série de líderes sociais, porém do qual é muito preocupante que depois de um protesto de rua comum, 12 jovens são acusados ​​de crime de "rebelião". Diante disso, seria um precedente grave para os jovens e a sociedade em geral, afetando, por sua vez, os direitos fundamentais como a liberdade de movimento, expressão, direito de resistência e a própria democracia no país." 

De acordo com o artigo 218 do Código Penal equatoriano, a rebelião é "...qualquer ataque, qualquer resistência com violência ou ameaças feitas para funcionários públicos ou agentes dos titulares das forças de segurança, comissários para a cobrança de impostos e contribuições, para os executores de decretos e decisões, os detentores de estâncias aduaneiras e Policiais, quando eles atuam na execução das leis, ou ordens ou regulamentos da autoridade pública...". Que está longe de um protesto estudantil simples, que reuniu jovens insatisfeitos com uma determinada medida.

A FENET vem se somar as lutas construídas pela FESE e pelas demais entidades estudantis no Equador! Chega de repressão! 
Viva a FENET!
Viva a FESE!
Viva o Movimento Estudantil!

quinta-feira, 28 de março de 2013

TCU revela que falta professores em todos os Institutos Federais do país! O déficit chega a 8 mil professores!

Por Raphael Almeida, RJ

O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou uma auditoria (estudo detalhado) para avaliar as condições de expansão e estrutura dos Institutos Federais, essa auditoria revelou uma situação degradante da educação brasileira. Não há em nenhum campus de Instituto Federal e CEFET espalhado pelo Brasil que tenha seu corpo docente completo, todos os campus dos IF's (442 campus) sofrem com a falta de professores. O documento revela também que falta 5.702 técnicos administrativos nos Institutos pelo Brasil.
A falta de professores e técnicos administrativos é um problema cotidiano na vida do estudante e acontece pelo fato do governo não priorizar o investimento em educação e organizar mais concursos públicos. Nos últimos anos o governo gastou R$ 86 Bilhões com a Copa do Mundo e quando o assunto foi educação nos últimos dois anos o corte de investimento atingiu a casa dos R$ 6 bilhões.
FENET na marcha em Brasília defendendo mais concursos públicos e o
investimento do dinheiro público na educação pública 

Segundo o mesmo estudo, os Institutos que mais sofrem com a falta de professores são: IF Acre (40,1 % de falta de professor), IF Brasilia, IF Mato Grosso do Sul, IF Amapá, IF São Paulo (com déficit de 32,7% de profissionais).
O próprio tribunal afirma no documento que o péssimo modo que o governo trata os servidores federais (com descaso e baixos salários)  gera a baixa atratividade da carreira e é uma causa relevante da falta de profissionais. 
FENET e SINASEFE no Pará exigindo concursos públicos

É comum entrarmos em salas de aula do primeiro ano com 50 estudantes e no ultimo ano restar apenas 10. Para a Pró-reitora de Extensão do IF RR, Débora Soares, a falta de professor gera um processo cascata, por isso, está diretamente ligada a grande evasão escolar e baixos índices de conclusão. 

O documento final do TCU cita oito recomendações ao MEC e à Setec. Entre os pontos estão ações de contratação, políticas contra evasão e melhorias na relação com o setor produtivo local. É preciso que quando o assunto for expansão da rede pontue-se também a questão da assistência estudantil. A FENET já vem construindo esta luta desde sua fundação e pretende organizar cada vez mais os estudantes em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade!

Raphael Almeida é Coordenador Geral da FENET

sexta-feira, 22 de março de 2013

Grêmio do IFMG-Campus Ouro Preto faz boicote à cantina!


Na manhã de 14 de março cerca de 250 estudantes, organizados pelo Grêmio Estudantil do IFMG, manifestaram contra a cantina que atua no campus, a empresa La Cave. Segundo Luiz Paulo, tesoureiro do Grêmio Estudantil e diretor da FENET, "A nossa comida não tem qualidade e os preços são abusivos. A cantina tem duas escolhas, ou diminui o preço e melhora seus produtos ou vai falir."



O ato “Boicote a cantina” teve inicio às 08:40 h e o objetivo foi atrair a atenção da instituição e da empresa. Foram distribuídos pão com mortadela e refrigerante, pelo Grêmio, na porta da cantina para que ninguém comprasse algo no estabelecimento. 
preços e a qualidade dos produtos oferecidos na cantina devem ser discutidos em uma reunião, que será marcada com representantes do grêmio, do La Cave, e da direção do campus. Se os produtos não melhorarem e o preço não cair o boicote continua!

terça-feira, 12 de março de 2013

FENET tem reunião com Presidente do CONIF e briga por assistência estudantil

Caio - Presidente do CONIF/ Raphael Almeida - Coordenador Geral /
Carlos Henrique - Tesoureiro
No dia 6 de março a FENET foi recebida pelo presidente do CONIF -Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica-  Caio Mário Bueno da Silva. A reunião começou sendo discutida a política de Assistência Estudantil dentro dos Institutos Federais e CEFET's, também foi pautada a política do Pronatec posteriormente.
Logo no começo da reunião os diretores da FENET presente pontuaram os problemas vividos dentro dos IF's e que era necessário haver uma política mais clara de assistência estudantil com mais recursos.
Segundo Raphael Almeida - Coordenador Geral da FENET, a ampliação das escolas técnicas por parte do governo é grande, mas falta investimento.  "Caio ficamos muito felizes ao ver que o governo adota a política de expansão da nossa rede, mas o investimento deve ser proporcional ao crescimento. Acontece que não há o investimento necessário e o que vemos são os estudantes no Ceará estudando na praça; no Maranhão e RJ a escola de saúde ao lado de um lixão, muitos estudantes estão no terceiro ano e nunca pisarem em um laboratório. Não entra na cabeça dos estudantes do IFRJ estudarem ao lado do Maracanã e verem aquele elefante ficando pronto em 3 anos e sendo gasto nele R$ 1 bilhão, enquanto dentro do Instituto nem bandejão tem. É uma realidade hoje nas escolas estudantes pararem de frequentar a aula por falta de dinheiro. É preciso que o CONIF se posicione claramente quanto a isso. Não adianta o estudante entrar na escola mas não conseguir se formar porquê não tem dinheiro para comer, ou passagem no translado e etc."

A reunião foi seguindo e o presidente do CONIF mostrou quais serão as suas novas políticas quanto à assistência e concordando com o fato de que é preciso haver mais investimento. 
Quando se pautou o Pronatec -Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - (ver nota da FENET sobre o programa: http://migre.me/dDUHu), Bia Martins, também coordenadora da FENET denunciou o roubo do dinheiro público e pontuou que era inadmissível que o dinheiro público fosse desviado para a iniciativa privada e gerenciada pelos tubarões do ensino. Caio também colocou a sua posição contrária ao recurso que o governo envia para o Sistema S e tratou como um absurdo que os professores do Pronatec recebam tão pouco.

Luiz Paulo - Diretor Regional MG e ES
Bia Martins - Coordenadora Geral da FENET/
Caio - Presidente do CONIF/ Carlos Henrique - Tesoureiro


Após 3 horas de reunião a FENET solicitou documentos que tratem da política de assistência estudantil e se colocou à disposição a qualquer movimentação que o Conif venha a ter ao que tange a educação pública, gratuita e de qualidade.

FENET participa das eleições dos Grêmios do CEFET-MG, IFPI, IFPA!

FENET participa de eleições para Grêmios estudantis no CEFET-MG, IFPI-Campus Zona Sul, IFPA- Campus Belém e chapas com seus diretores saem vitoriosas. 


Na terra de muita luta, pão de queijo e Milton Nascimento a Chapa 2 - Construção Coletiva construiu um belo processo eleitoral, enfrentando mentiras e calúnias a chapa não deu um passo atrás e continuou desenvolvendo sua campanha. O resultado foi dado nas urnas! Com mais de 820 votos venceu nos dois campus onde houve processo eleitoral (I e II).
Chapa 1 - Nadando Contra Corrente: 345 Votos 

Chapa 2 - Construção Coletiva: 478 votos
Ao término da contagem, a Chapa 2 saiu do CEFET cantando o samba do poeta Jorge Aragão, Moleque Atrevido.

Eleição no CEFET MG
Com o mesmo espírito de ousadia e alegria, no IFPA - Campus Belém, a Chapa 2 - Construção Coletiva,  venceu as eleições para o Grêmio Estudantil Cabanagem. Tendo dois diretores da FENET na chapa, Matheus  Tavares - Tesoureiro e Jaquelinny Lopes - Diretora de Mulheres; a chapa 2 venceu com quase 130 votos de diferença para a chapa concorrente.
O resultado foi:
Chapa 1- A mudança: 198 votos
Chapa 2 - Construção Coletiva: 327 votos



Os estudantes deram o seu recado nesta eleição. Era urgente retomar o nosso grêmio pra luta, pois somente assim poderemos conquistar um ensino técnico de qualidade” afirmou a presidente eleita, Jaquelliny Lopes, também diretora da FENET.

"Eu já me decidi, é Voz Ativa, Voz Ativa IFPI!"

No IFPI - Campus Zona Sul, a maioria dos estudantes optaram por votar na chapa 1 - Voz Ativa que tem agora na gestão, a diretora da Reginal três da FENET (Ceará, Piauí e Maranhão), Valentina. Em um momento da eleição, a chapa 2 recebeu o apoio da ANEL, mas  logo foi rechaçada pelos estudantes. A FENET vem reafirmar o seu compromisso com a luta feita nas bases e em defesa de um movimento estudantil sólido e soberano!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Vote para escolher o nome do Bloco da FENET!

Pule esse carnaval com muita técnica!
Se liga galera, o Bloco da FENET está lançado! Agora depende de você escolher o nome. São cinco propostas de nomes, dessas cinco, apenas duas irão concorrer na finalíssima! A votação dessa primeira seleção, será encerrada no Domingo, às 22 horas. Vote e Caia na folia!
Link para votação: 
http://www.facebook.com/questions/472262006148441/

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

FENET lança bloco de carnaval em 2013! Participe e caia na folia!

Próximo de completar dois anos de luta e combatividade, a direção executiva da FENET decidiu dar início a festa e estará lançando no começo do ano de 2013 o  Bloco da FENET!

O local da festa ainda não foi escolhido, mas terá muita diversão e alegria. Ainda neste mês de Dezembro estaremos fazendo a enquete para escolha do nome do bloco! Acesse o nosso blog, a página do facebook (http://migre.me/co5yn) e confira!
Bloco "É tudo ou nada"- Bloco do Colégio Pedro II no RJ 

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